DaaS para empresas com filiais resolve um problema comum a qualquer operação com várias unidades: garantir que todo mundo tenha acesso contínuo aos mesmos sistemas, mesmo quando a infraestrutura local falha. É o que mostra o case da rede de postos WF, que hoje administra 17 unidades em São Paulo inteiramente por computadores virtuais da Arlequim.
Resumo rápido
- Segundo a 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI nas Empresas (FGVcia/FGV EAESP), 52% do processamento de dados das médias e grandes empresas brasileiras já ocorre em nuvem.
- A rede WF, com 17 postos de combustíveis em São Paulo, precisava de acesso permanente e seguro aos sistemas fiscais, tributários e administrativos de todas as unidades.
- Hoje, toda a operação administrativa da WF roda em computadores virtuais da Arlequim, com o mesmo ambiente disponível em qualquer unidade.
- Cerca de 70% das situações que antes exigiam deslocamento físico entre postos passaram a ser resolvidas remotamente.
- Os ambientes ficam disponíveis 24 horas por dia, o que reduz o risco de paralisação por falha local.
- Dados fiscais e administrativos ficam centralizados sob políticas de segurança únicas, reduzindo riscos de vazamento e ataques.
Muito além do home office. Por que o DaaS ganhou espaço nas empresas?
Computadores virtuais ajudam empresas com operações distribuídas a reduzir deslocamentos, padronizar ambientes de trabalho e manter sistemas críticos disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana.
Como empresas que operam em diferentes localidades garantem que todas as unidades tenham acesso contínuo aos sistemas de gestão, documentos e informações importantes, sem que falhas de infraestrutura local comprometam a operação? A resposta está na virtualização dos ambientes de trabalho.
À medida que organizações expandem suas operações, manter computadores físicos em cada unidade deixa de ser uma questão apenas de investimento (Capex) em equipamentos. A gestão da infraestrutura de tecnologia de uma empresa envolve manutenção, suporte técnico, atualizações de softwares, segurança da informação e disponibilidade integral dos sistemas.
Segundo a 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI nas Empresas, realizada pelo FGVcia (Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV EAESP), 52% do processamento de dados das médias e grandes empresas brasileiras já ocorre em ambientes de computação em nuvem. O levantamento, que ouviu 2.672 empresas privadas, incluindo 68% das 500 maiores do país, mostra que a nuvem deixou de ser uma tecnologia complementar e agora é um dos principais pilares da modernização da infraestrutura de TI. A pesquisa também apontou que projetos relacionados à inteligência artificial, segurança da informação, computação em nuvem e transformação digital estão entre as principais prioridades das organizações brasileiras no presente e para o futuro.
Os desafios de administrar unidades e filiais
Independentemente do segmento, empresas com várias unidades costumam compartilhar desafios semelhantes.
Quando cada filial depende exclusivamente de uma infraestrutura física, qualquer problema pode comprometer atividades essenciais. Uma falha em um computador, falta de luz ou indisponibilidade da rede local, por exemplo, podem afetar processos administrativos, emissão de documentos fiscais, controles financeiros e prejudicar o atendimento ao cliente lá na ponta.
Outro desafio está relacionado ao suporte técnico. Na maioria dos casos, equipes de TI precisam realizar atendimentos presenciais para solucionar problemas relativamente simples. Em paralelo a isso, garantir que todos os computadores estejam atualizados, com os mesmos softwares, configurações e políticas de segurança, torna-se uma tarefa complexa à medida que a empresa cresce.
A empresa WF, que administra uma rede de postos de combustíveis localizada na cidade de São Paulo, vivenciava exatamente esse cenário.
Com 17 unidades em operação em diferentes pontos da cidade, a empresa precisava assegurar que gerentes e equipes administrativas tivessem acesso permanente aos sistemas responsáveis pelo controle fiscal, tributário e administrativo dos postos.
A continuidade dessas operações era indispensável para o funcionamento do negócio. Qualquer instabilidade poderia gerar impactos nas rotinas administrativas e dificultar a gestão das unidades. Além disso, a empresa buscava uma solução que permitisse acesso remoto aos ambientes de trabalho, com a garantia de preservação da segurança das informações armazenadas.
Não era a primeira experiência da organização com virtualização. Em anos anteriores, ela já havia utilizado tecnologias desse tipo e conhecia as vantagens de centralizar a gestão dos ambientes computacionais. Ao buscar uma nova solução, avaliou diferentes caminhos até encontrar uma plataforma capaz de atender aos requisitos técnicos necessários para sua operação.
Hoje, todas as atividades administrativas dos 17 postos são executadas por meio de computadores virtuais da Arlequim.
Mais padronização, menos deslocamentos
Independentemente do posto onde estejam trabalhando, gestores e colaboradores acessam exatamente o mesmo ambiente corporativo, que reúne todos os sistemas e documentos necessários para desempenhar as atividades de forma integrada e colaborativa, a partir de diferentes localizações geográficas em São Paulo. Esse modelo trouxe ganhos importantes para a rotina operacional.
Um dos resultados mais significativos foi a redução dos deslocamentos. Segundo informações da própria empresa, aproximadamente 70% das situações que antes exigiam movimentação física entre unidades passaram a ser resolvidas remotamente.
A possibilidade de conferir mobilidade à equipe também ajuda no dia a dia. Os gestores passaram a consultar sistemas e documentos de qualquer local autorizado, mantendo as atividades mesmo fora de uma das unidades físicas.
Outro benefício foi a alta disponibilidade. Os ambientes permanecem ativos de forma integral e permitem que tarefas administrativas sejam realizadas a qualquer momento, por qualquer dispositivo, sem depender exclusivamente do computador instalado em cada posto.
Com as informações concentradas em computadores corporativos que funcionam em nuvem, dentro dos servidores robustos e seguros da Arlequim, dados fiscais, tributários e administrativos permanecem protegidos por políticas centralizadas de gestão, o que reduz riscos de vazamentos de informações e até de ataques cibernéticos.
Para José Roberto Garcia, gerente de Tecnologia da Informação da WF, os impactos foram percebidos rapidamente. "A adoção das máquinas virtuais Arlequim trouxe mais eficiência operacional, segurança e agilidade para a gestão dos postos, garantindo suporte contínuo às operações e maior tranquilidade para os gestores da rede".
O futuro está na nuvem
A expansão e "popularização" do DaaS (Desktop as a Service), aliada ao crescimento dos modelos híbridos de trabalho, à necessidade de maior agilidade operacional e à complexidade de sistemas, indica que a virtualização seguirá crescendo nos próximos anos.
O caso da rede de postos de combustíveis demonstra como a tecnologia pode resolver desafios cotidianos, reduzir custos operacionais e permitir que gestores concentrem seus esforços naquilo que realmente importa: a operação do negócio.
Perguntas frequentes
O que é DaaS para empresas com várias filiais?
É um modelo em que o ambiente de trabalho — sistemas, arquivos e configurações — roda em nuvem e fica disponível de forma idêntica em qualquer unidade, eliminando a dependência de padronizar a infraestrutura física local em cada filial.
Como o DaaS ajudou a reduzir deslocamentos no case da WF?
Cerca de 70% das situações que antes exigiam movimentação física entre os 17 postos passaram a ser resolvidas remotamente, já que gestores e equipes acessam o mesmo ambiente de qualquer unidade autorizada.
DaaS é seguro para dados fiscais e administrativos sensíveis?
No case da WF, os dados ficam centralizados em servidores da Arlequim sob políticas de segurança únicas, o que reduz a superfície de risco em comparação com informações espalhadas em computadores físicos de cada unidade.
Quantas empresas brasileiras já processam dados em nuvem?
Segundo a 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI nas Empresas (FGVcia/FGV EAESP), 52% do processamento de dados de médias e grandes empresas brasileiras já ocorre em ambientes de nuvem.
DaaS funciona só para escritórios ou também para operações como postos e varejo?
Funciona para qualquer operação com múltiplas unidades que dependam dos mesmos sistemas administrativos, como mostra o case da rede WF de postos de combustíveis, com 17 unidades administradas via computador virtual.
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